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domingo, 2 de janeiro de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
O árbitro brasileiro John Byers agora integra Conselho Diretor da Federação Internacional de Golfe
O árbitro brasileiro John Byers agora integra Conselho Diretor da Federação Internacional de Golfe (IGF, na sigla em inglês) junto com a nova diretoria da entidade que assume o cargo em janeiro de 2011, pelo período de dois anos. Atual diretor de Regras e Assuntos Internacionais da Confederação Brasileira de Golfe, Byers passará a trabalhar ao lado das pessoas mais importantes do golfe mundial para poder cuidar dos preparativos para a volta do golfe à família olímpica, a partir dos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. ´Notícia muito boa para o desenvolvimento do golfe no Brasil junto com o acompanhamento dos preparativos para o golfe nas olimpíadas, são com pessoas experientes que daremos passos firmes na divulgação do esporte junto com seu crescimento mundial em especial no Brasil. Gostaríamos de parabenizar e desejar sucesso ao John Byers nesse seu novo desafio.
domingo, 28 de novembro de 2010
Eduardo Paes é Itanhangá
" O COB ainda não decidiu onde vai realizar as partidas de golfe nos Jogos de 2016, no Rio. Eduardo Paes não vê necessidade de construção de um novo campo na Barra. Acha possível levar os jogos para o Itanhangá Golf Club." (Acelmo Gois, A Turma da Coluna)
O Itanhangá tem o apoio do prefeito do Rio de Janeiro para ser o campo de golfe oficial das Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016, o campo teria que passar por algumas reformas e uma aprovação do comite internacional. Seria menos dinheiro para fazer essas obras, e de ter a possibilidade de melhorar e usar um dos campos mais tradicionais do Brasil.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Campo de golfe do Rio-2016 pode ser construído em condomínio residencial
O rúgbi e o golfe entraram no quadro de esportes dos Jogos Olímpicos de 2016 uma semana depois da escolha do Rio de Janeiro para sediar a competição. Fora do projeto de candidatura, as duas modalidades ainda não têm seus locais de competição definidos. Enquanto o rúgbi espera a liberação do Vasco da Gama para usar o estádio de São Januário, o golfe vive agora a expectativa da construção de um campo olímpico em um condomínio residencial, localizado na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade.
O Gávea Golfe Clube e o Itanhangá Golfe Clube foram as duas primeiras opções levantadas para receber as disputas da modalidade em 2016. Este ano, porém, a própria direção do Gávea e a Federação Internacional concordaram que o clube não conseguiria atender às necessidades de infraestrutura que uma competição deste porte exige. O Itanhangá, no entanto, não foi completamente descartado, mas também não é mais apontado como uma das principais possibilidades.
O presidente da Confederação Brasileira de Golfe, Rachid Orra, revelou que já existe um terreno em vista para a construção de um novo campo olímpico de golfe na cidade. O alvo é o Riserva Uno, um condomínio residencial de luxo, localizado na Barra da Tijuca. O empreendimento de 43.000 m² já teria, inclusive, um projeto para a construção do campo e licenciamento ambiental. Segundo o dirigente, a Prefeitura e o Comitê Rio-2016 estão negociando com a iniciativa privada esta possibilidade.
- A meta é fazer a empresa privada ceder um espaço em prol da valorização da área. O campo de golfe valoriza os empreendimentos. É um lugar bonito e seguro. Muitos condomínios no mundo todo têm campos de golfe porque isso valoriza a área – explicou Hashide.
Ainda que fique dentro de um condomínio residencial, o objetivo é que o novo campo possa ser desfrutado por toda a população depois das Olimpíadas de 2016.
- A ideia número 1 é fazer um campo aberto ao público. Esse é o objetivo. Estamos caminhando nesse planejamento. Mas ainda não há nada certo. Até o fim do ano isso será decidido para que, no ano que vem, se inicie a construção - afirmou o presidente.
Presidente do Gávea Golfe Clube e conselheiro do esporte no Comitê Rio-2016, José Antônio Brito ressaltou que a combinação entre as empresas privada e pública pode garantir um bom legado para a modalidade na cidade do Rio de Janeiro.
- Os principais campos do mundo são públicos com gerência privada. A nossa ideia é tentar fazer um campo público, que pudesse ser um Centro de Treinamento do golfe brasileiro, abrigar a federação do rio, ser um dos 100 melhores campos do mundo, e causar um forte impacto ambiental - listou.
A prefeitura do Rio de Janeiro, no entanto, evita dar pistas sobre o local escolhido. Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, diz “desconhecer qualquer informação sobre negociação e construção de uma instalação para abrigar as competições de golfe”. Fonte O globo 08/10/2010
Por Lydia Gismondi
Por Lydia Gismondi
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