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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A importância da alimentação e da hidratação para um bom desempenho no golfe


Tanto em repouso quanto em exercício, nosso organismo se utiliza de substratos para a obtenção de energia. São os carboidratos, as gorduras e as proteínas que nos fornecem a energia necessária para mantermos as atividades celulares. O tipo de substrato que o nosso organismo prioriza como fonte de energia depende de vários fatores como intensidade, duração e tipo de atividade.

O golfe é um esporte considerado de baixa intensidade e de longa duração. Não há como questionar que realmente é um esporte de longa duração, mas quanto a intensidade, existem inúmeros fatores que os golfistas ficam expostos e que podem gerar um aumento direto ou indireto na intensidade. Alguns exemplos são: condições climáticas (calor ou frio intenso, chuva, vento), tipo de terreno (campos montanhosos ou planos) e a própria tensão da decisão de um título.

Vou falar um pouco da importância da manutenção da glicemia durante uma partida de golfe mostrando como a alimentação pode afetar positiva ou negativamente o desempenho de um golfista. A glicose é a nossa principal fonte de energia e é gerada a partir dos carboidratos que consumimos: pães, massas, frutas, mel dentre outros. Quando estamos em repouso, os carboidratos que nós ingerimos vão ser convertidos em glicose e armazenados no fígado e nos músculos sobre a forma de glicogênio. Quando necessitamos de energia, esse glicogênio é novamente convertido em glicose e vai para a corrente sanguínea para ser transportado para os músculos ativos. Se estivermos em exercício, normalmente os carboidratos consumidos serão transformados em glicose que será diretamente transportada para os tecidos ativos onde será utilizada para gerar energia.

A glicose é importante não só para os músculos mas também para o cérebro. Enquanto nossas células musculares têm a capacidade de utilizar os carboidratos, as gorduras e as proteínas como fonte de energia, nossos neurônios se alimentam quase que exclusivamente de glicose. (cerca de 90%). Por isso podemos dizer que o sistema nervoso só funciona adequadamente com a presença de carboidratos. O golfe é um esporte que exige muita concentração, se o cérebro não estiver recebendo um aporte suficiente de glicose para nutrir suas células, com certeza isso afetará negativamente o desempenho do golfista. Algumas conseqüências de uma queda nos níveis de glicemia são:

  • Fadiga muscular;
  • Dificuldade de concentração;
  • Fraqueza;
  • Desorientação;
  • Desmaios
Todos esses fatores vão afetar o jogo negativamente. Para evitar que isso aconteça, o golfista deve ter uma  alimentação antes e durante a competição que mantenha constante e ideal o nível de glicemia. Alimentos de difícil digestão como os ricos em gordura devem ser evitados pois levam várias horas para serem digeridos e pode prejudicar o desempenho devido ao desvio do fluxo sanguíneo da musculatura ativa para digestão. Alimentos “pesados” acabam gerando uma competição entre a musculatura e o sistema digestivo pelo fluxo sanguíneo e acaba que nenhum dos dois funciona adequadamente.

Por isso devemos estar atentos à boa alimentação que é um fator que afetará diretamente o desempenho do golfista podendo ser a diferença entre o campeão e o vice-campeão.

Por: Melinda Macfarlane

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Dicas de Grip e Equilibrio



Se seu grip está muito forte, pode ocorrer que seu peso esteja muito concentrado na parte traseira do seu corpo na hora do seu address na bola. A cara do taco pode estar fechada no seu Backswing, que poderão acarretar nos seguintes erros:
  • Tacadas baixas para a esquerda,
  • Batendo atrás da bola,
  • Tops,
Caso o grip esteja muito fraco ocorrer que seu peso esteja muito concentrado na parte frontal do seu corpo na hora do seu adress na bola. que poderá acarretar nos seguintes erros:
  • Vôo da bola muito alto,
  • Vir por cima no downswing,
  • Batendo um slice, ou
  • A pior tacada do golfe SHANK.

Todos os erros listados acima podem ser corrigidos apenas checado seu grip e o seu equilíbrio na hora do seu address,

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Batendo longe com Ernie Els


Para bater longe, tem que ter um swing longo. A primeira coisa que deve tentar é abrir seu stance cerca de 5 cm, isso te dará uma base mais firme para o swing. O segundo passo é fazer o “Take-away” bem devagar, isso te dará um arco mais preciso, ou seja, vital para quem quer bater longe. 
Devemos também esquecer a frase típica “deixar a cabeça na bola” isso traz dez vezes mais malefícios do que benefícios. Quando alguém tenta ficar com a cabeça na bola, ela tende a ficar com o queixo baixo no seu “address”, impossibilitando um bom giro no backswing (um bom giro significa distância). O pensamento correto é fique com seu queixo levantado. Isso permite espaço para que o ombro esquerdo gire no backswing, um conceito chave para bater longe.

sábado, 18 de dezembro de 2010

See the Coin-- Putting Drill





See The Coin 

This is a drill using a coin with the objective to practice a few putts with the ball positioned directly on top of a coin (again, a small coin is good here, but so is a small ball marker).  The goal here is to keep the head and eyes fixated over one spot. By doing that, you’re more likely to swing the putter in the intended direction. If your head moves, it’s likely your path will too. So stick with this drill, and hit a few five-foot putts with the ball on top of your coin, and make sure you see the coin after you make contact with the ball. Keep that head steady and see the coin, and I know you’ll soon see better results and make more putts!




terça-feira, 30 de novembro de 2010

Sugestão de tacos (drivers) Clubedogolfista



Adams Speedline 9064 LS with DFS
Para: Jogadores que buscam menos spin, para golfistas de handicap mais baixo. Um bom taco para os golfistas que batem muito alto. Um bom taco que foi lancado pela Adams Golf.
Preço:$379

Ping K driver on Golf.com 
Para: Iniciantes e quem busca precisão e facilidade. Hoje uma das melhores marcas de tacos com uma grande aceitação no mercado, um taco altamente recomendado pelo clubedogolfista.
Preço:$299

Callaway Diablo Octane
Para:Um taco cujo a tecnologia foi desenvolvida em conjunto com engenheiros e arquitetos da marca de carro lamborghini, tem um visual bastante moderno e aparenta ser um bom taco e facil de bater.
Preço:$299

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Coach de Tiger Woods: Dicas de putter


Coach de Tiger Woods Dan Foley, ensina como embocar e ter mais confiança em putts que irão baixar seu score e deixar seus parceiros de jogo malucos, prestem atenção e adicione essas dicas importantes a sua rotina de treino. Aproveite mais essa sugestão de dica do clubedogolfista. Bom jogo!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O estado do Golf em Portugal

O Golf nacional tem vivido tempos de muita turbulência. Ora se vê uma notícia boa, ora se vê uma má.

A opinião generalizada dos não praticantes é que o Golf é um desporto de velhos, para velhos, jogado por pessoas ricas e sem espaço para outros extractos sociais. Ora, esta ideia não podia estar mais errada!

Pôr os seus filhos a jogar Golf hoje em dia é bastante acessível. Quem não acreditar, basta informar-se juntos de dois ou três clubes e tira a média. O Golf é um desporto bastante útil para os jovens, na medida em que os pode ajudar a adquirir grandes qualidades tais como: camaradagem, respeito pelos outros, disciplina, concentração, etc.

É verdade que o Golf já foi em tempos um desporto de elite, mas é actualmente acessível a todos os extractos da sociedade e a todas as idades. No entanto, em Portugal não se tem verificado o crescimento em número de praticantes que existe noutros países da Europa continental. Aliás, o número tem baixado!

Importa, pois, perceber quais as formas de potenciar um crescimento sustentado do número de federados.

Na minha opinião, a existência de campos municipais é um factor crucial para o desenvolvimento da modalidade. Actualmente, temos apenas um campo municipal: o de Cantanhede. Este campo, apesar de ser de pitch & putt, proporciona aos habitantes da região um primeiro contacto com a modalidade e, segundo consegui apurar, tem tido bastante afluência.

Este campo contribui também para desmistificar a ideia que referi no primeiro parágrafo. Esta ideia gera muitos anticorpos em determinados sectores da nossa sociedade. As pessoas que divulgam esta ideia fazem-no normalmente sem nenhum fundamento, pois são totalmente desconhecedoras da modalidade.

Outra forma de potenciar o crescimento do Golf é a criação de Escolas Municipais em parceria com os clubes locais. Um exemplo perfeito é o da escola de Vila Nova de Gaia que consiste numa parceria entre o Clube de Golf da Quinta do Fojo e a Câmara Municipal. Estas escolas permitem, aos municípios que não têm meios para construir um campo de Golf, dar a conhecer a modalidade aos seus alunos com custos muito reduzidos para estes.

Por outro lado, um factor que contribui para a ideia referida no ínicio é a pouca divulgação dos resultados alcançados pelos jogadores nacionais. Ainda há uma semana Portugal alcançou a sua melhor classificação de sempre no Campeonato do Mundo por equipas e nem uma notícia apareceu nos telejornais.

Neste capítulo, eu já referi que acho que a FPG não faz tudo o que está ao seu alcance para divulgar os resultados alcançados, assim como os torneios realizados no nosso País. Como se pode aceitar que o Portugal Masters não tenha sido objecto de reportagens dos três principais canais? O Turismo de Portugal desembolsa 3M€ para este torneio e nem a RTP faz uma reportagem?!

Por outro lado, tem de se enaltecer o papel da SPORTTV na divulgação da modalidade através da criação de um canal exclusivamente dedicado ao Golf. Ainda tem pouca informação sobre o Golf Nacional, mas quero acreditar que irá ter mais no futuro.

A candidatura à organização da Ryder Cup 2018 pode ser o grande trampolim de que precisamos. Faça todos os votos para que tenhamos sucesso! Já vi umas notícias que referiam a possibilidade de poderem ser já anunciados os locais quer para 2018, quer para 2022 dado a qualidade de todas as candidaturas que estão em cima da mesa. Se não ganharmos em 2018, espero que possamos receber o 3º maior evento desportivo Mundial em 2022!!

Esta candidatura está a entrar na recta final (e decisiva), por isso deixo aqui a sugestão à FPG que faça a maior promoção possível e que use para isso todos os praticantes da modalidade.

A última vertente que quero abordar é a Associação de Golf do Norte de Portugal (AGNP). A AGNP foi criada com o objectivo de divulgar e fomentar a prática da modalidade. Infelizmente, não tem conseguido nos últimos anos nenhum desses objectivos.

Pondo de parte os problemas administrativos que agora enfrenta por motivos de saúde do seu Presidente e também do seu Secretário Geral, não podemos ignorar que é uma instituição que simplesmente não funciona. Seja por quezílias internas, seja por falta de saúde financeira, por falta de disponibilidade dos membros dos orgãos sociais e/ou por falta de apoio dos clubes (esta ordem de factores é aleatória), a AGNP está totalmente descredibilizada e não há pessoas conhecedoras da modalidade que tenham vontade de lhe tomar as rédeas.

Por conseguinte, defendo que a AGNP deve ser integrada na Federação pois só assim pode ter uma gestão profissional e capaz de usar todo o seu potencial na promoção da modalidade. O modelo da sua gestão seria o mesmo de actualmente, salvo que o seu Secretário Geral passaria a ser funcionário da Federação e não da Associação (seguindo o exemplo de outtras modalidades).

É sabido que a AGNP não tem meios financeiros suficientes para sustentar um Secretário Geral com as qualificações necessárias a tempo inteiro. E é também do senso comum que sem um funcionário com estas características não tem condições para existir.

Esta integração poderia também levar à criação de outras associações noutras regiões do País que poderiam desenvolver um papel importante, visto que estão mais próximas das populações locais.

Em suma, há ainda muito para fazer pelo Golf Nacional. Beijos, abraços e bom golf, porque não se esqueçam que “o Golf é um desporto de Inverno”!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Rory mcilroy, esse tem um swing de golfe



Um swing de golfe excelente, para refletir e analisar. Rory Mcilroy, garoto propaganda da Irlanda do Norte junto com Graeme Mcdowell, ele vai longe, com uma postura perfeita, o taco no topo do swing paralelo com uma passagem de peso durante o swing perfeito. Um bom modelo de swing para termos em pensamento durante nossos treinos do dia a dia.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Alongamentos antes e depois do golfe

O alongamento muscular é um tipo de exercício que promove a reorganização das fibras musculares, melhora a circulação sanguínea e nutrição dos tecidos (o que ajuda na recuperação muscular), potencializando o desempenho do movimento.

Além destes benefícios, o alongamento promove diminuição das tensões musculares (sensação de relaxamento), beneficia a coordenação, facilita o movimento, mantém a flexibilidade, previne lesões comuns e principalmente, permite o desenvolvimento da consciência corporal.

Durante qualquer atividade física ocorrem micro lesões nos músculos trabalhados e dependendo do tempo do exercício há fadiga muscular; e estes músculos necessitam de uma recuperação rápida e eficiente.

Sabendo disso, pode-se dizer que os alongamentos devem ser realizados antes e após a prática esportiva, porém a prioridade é fazê-los antes da atividade para preparar a musculatura que será utilizada no esporte.

No caso do Golfe, dê mais atenção para os músculos dos ombros, cotovelos e punhos, mas não se esqueça da coluna lombar e dos membros inferiores.

Confira algumas dicas:

- Nunca faça alongamento ‘se balançando’ (alongamento balístico), pois você estará estimulando a contração e aumentando a tensão e não relaxando a musculatura;

- Não force seu músculo até sentir dor, pois isso traz malefícios ao invés de benefícios;

- Mantenha a respiração controlada e lenta;

- Não prenda a respiração durante o alongamento, se isso ocorrer é um sinal de que você não está relaxado;

- Sustente cada posição de alongamento entre 20 e 30 segundos e repita no mínimo duas vezes.

Cada golfista deve se alongar para evitar que se machuque, lembre-se desses alongamentos e tenha um bom treino e bons jogos.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Equipamentos de golfe

Para se jogar golfe é necessário possuir uma taqueira ( bolsa com conjunto de 14 tacos), bolas e sapatos com  travas, para dar firmeza no posicionamento durante as tacadas do jogador. Pode ser utilizada uma luva para evitar que o taco escorregue nas mãos.

Equipamentos de Golfe


As roupas devem ser confortáveis para propiciar liberdade de movimentos. Modernamente, os tacos são feitos de materiais leves como o carbono, mas mantém a definição de tacos de madeira (wood, geralmente os golfistas usam o drive, as madeiras 3 e 5) e tacos de ferro (iron) e os chamdos rescue, tacos mais modernos que são uma mistura dos ferros com as madeiras, são bastante utilizados por serem fáceis de bater e perdoar bastante minimizando os erros das tacadas ruins.
Tacos de Golfe Tacos de Golfe
Tacos de Golfe Tacos de Golfe

Tacos de Golfe
Os tacos wood são utilizados para tacadas de longa distância e menor precisão, enquanto os tacos iron são apropiados para jogadas de aproximação e maior precisão.
Há ainda os tacos especiais, com o sand wedge ou lob wedge, para tirar a bola de bancas de areia e tacadas de menor distancia; o putter, para embocar a bola na região do green.

sábado, 13 de novembro de 2010

Inovação, Ciência e Tecnologia no Golfe


O papel da ciência e da tecnologia no golfe tem se mostrado importantíssimo para a evolução da modalidade, no entanto, chega aa ser irónico como estes têm siido aplicados em tantas áreas do esporte, sendo que o ensino da técnica no golfe, para muitos, continua sendo visto apenas como uma arte”.

Hoje, no mercado de golfe, já existe todo o tipo de ciência e tecnologia em atuação. Quer sejam monitores que registam a velocidade de saida da bola, ou outros que indicam ao promenor as rotações por minuto q ue a bola efetua e estas também relacionadas com o grau de saida da mesma, e até aparelhos que medem e seguem a trajetória descrita pela bola. Mas até hoje, nunca haviamos pensado que indentificar e quantificar o movimento real do corpo do jogador! (que à partida é o que vai transferir a energia à bola para que vá na direção certa e com a distância pretendida), também é extremamente necessário.

O professor de golfe, também já possui à sua disposição, tecnologia que o ajuda a melhorar e acelerar a aprendizagem de seus alunos, seja acelerar a aprendizagem de seus alunos, seja através da análise de video com “slow motion”, seja pela aplicação de linhas coloridas que pretendem identificar erros e faltas no swing do golfista, ou até comparar o swing de golfe do aluno com um swing modelo de um jogador profissional através de gravações em vídeo, (entre outras).

Todos eles, contudo, pretendem modificar a forma como se tem tentado explicar, ensinar e “medir” os movimentos no swing de golfe. Estes, no entanto, em termos de verdade exata do que realmente acontece no movimento de swing de golfe tornam-se complicados, principalmente quando começamos a falar em elementos essênciais e necessários para aquisição de “força” e “velocidade” através da utilização da sequência corporal correta (eficiência), da consistência das tacadas, e da minimização do risco de lesão no jogo de golfe.

Segundo os fundamentos de Hogan, David Leadbetter disse: “A sequência cinemática do swing de golfe não poderá ser vista através do video, mas sim, medida a 3 dimensões”, aqui, David Leadbetter faz referência ao timing e sequêcia do movimento corporal realizado desde o topo do backswing até ao impacto, sendo que a transição dos segmentos corporais desde o topo do backswing para o downswing, é iniciado pela parte inferior do corpo, passando para a parte superior, passando para as mãos, que levarão a velocidade ao taco (e consequentemente para a cabeça do taco e finalmente para a bola).

Para que seja possível medir todo este movimento em 3 dimensões, é necessário um equipamento especifico que meça “6 graus de liberdade”, ou seja, mede os movimentos de “deslocação” (translação) das várias partes do corpo para cima e para baixo, para a frente e para trás, para a esquerda e para a direita, bem como em rotação sobre os 3 eixos e tudo em tempo real!

Associado à medição precisa no movimento do swing do aluno, também a disponibilidade física do jogador deve entrar na equação. O ensino pelos profissionais na modalidade deve ser complementado também pelo conhecimento das limitações físicas dos seus alunos, para que possam ajudá-los tanto na maximização da eficiência corporal no swing de golfe, como também na diminuição do seu risco de lesão.

O biofeedback permite o acelerar das correções pretendidas pelo professor de golfe, através de um sinal “acustico”, que é imediatamente acionado, quando o golfista se encontra na posição estática correta (posição inicial e postura), ou atinge a posição correta de forma dinâmica durante o seu treino de swing (ex. rotação da “cintura” no momento do impacto), e tudo em tempo real!

Para que se tenha uma ideia sobre o impacto deste tipo de intervenção no ensino de golfe, nomes como Camilio Villegas, Nick Faldo, Angel Cabrera, Carlos Franco, Rory McIlroy, entre outros, já utilizaram este mesmo sistema de treinamento com a Golf BioDynamics.

Em um próximo artigo, pretendemos falar sobre questões relevantes para o ensino do golfe, continuando a relaciona-las às componentes física e biomecânica, bem como introduzir informação sobre mitos que ainda hoje persistem no ensino da modalidade


Rui Raposo
Diretor da Golf BioDynamics Brasil
Coordenador do Projeto de Golfe do Instituto Vita
Especialista em Análise Biomecânica 3D e Treino de Swing de Golfe através de Biofeedback





Tipos de bola no rough


FLIER
A primeira coisa que devemos fazer para identificar uma flier no rough, geralmente a grama estaria a favor da sua tacada, para evitar que passe o green com sua tacada, sugerimos que pegue um taco a menos, e coloque um pouco atras no seu stance, com isso ira bater na bola com solidez e na distancia correta.


BOLA MAIS ENTERRADA NO ROUGH
Quando a bola esta mais enterrada, tem que tentar bater na bola com um contato bom, Se bater na grama primeiro, o taco perde velocidade, deixando sua tacada curta do seu alvo. Para sair desse tipo de rough o interessante seria bater para tentar fazer o contato com a bola primeiro e depois na grama,

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Dicas da Fairway Bunker


1. FAIRWAY BUNKER

Para sair das unkers no fairway, devemos ter um bom contato com a bola primeiro ao inves de bater na areia primeiro como fazemos ao tirar de uma bunker de green. Se bater na areia primeiro, a velocidade imposta pela batida diminui bastante resultando em uma tacada bem curta do alvo desejado.

Bola primeiro!

Segurar mais curto no taco!

Atras no Stance!

Para bater com um contato bom da bunker de fairway, a bola deve ficar mais na parte traseira do seu stance, segurar mais embaixo no grip, isso faz com que o taco escolhido perca distancia, sugerimos sempre usar um taco a mais do que o normal para essas tacadas, treine isso, se tiver alguma duvida de swing ou de golfe nos encaminhe.

Dicas para melhorar o stroke do putter

DESLOCAR A MOEDA
A grande maioria dos putters mal batidos sao causados por o putter estar sendo levantado muito cedo durante o percurso da tacada, logo o putter esta batendo no topo da bola ao inves de bater no centro da bola.Para consertar isso uma vez e por todas, pegue uma moeda e pratique deslocando ela no green, no tapete da sua casa, escritorio, conforme as imagens abaixor. Fazendo isso o putter ira ficar square com a bola, com um stroke mais solido. Treine com essa dica e emboque melhor putters curtos e longos no camp
o.



terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dicas de chip curto

DIcas de Bunker

Treino aeróbio no golfe

Introdução:
O treino aeróbio visa fundamentalmente o desenvolvimento das funções cardíaca, circulatória e respiratória, provocadas pelo aumento da exigência de oxigénio no organismo por esforços físicos com uma predominância aeróbia
O treino aeróbio visa fundamentalmente o desenvolvimento das funções cardíaca, circulatória e respiratória, provocadas pelo aumento da exigência de oxigénio no organismo por esforços físicos com uma predominância aeróbia.

Um programa de treino é constituído por três componentes básicos: a frequência (número de sessões semanais), o volume (duração) e a intensidade de exercício. A duração e a frequência são variáveis relativamente fáceis de monitorar.

Recomendações da American College of Sport Medicine (ACSM)
Frequência 3 a 5 dias por semana
Duração 15 a 60 minutos contínuos
Intensidade 60% a 90% da Fc máx ou 50% a 85% do VO2máx

Muitos estudos têm verificado que a frequência cardíaca (FC) e o consumo de oxigénio (VO2) são linearmente relacionados nas diversas intensidades sub-máximas de exercício. O conhecimento deste fenómeno permite a prescrição do exercício com base na %FC máx., ao invés da %VO2 máx., que requer complicadas e caras análises de gases.

Para descobrir a zona alvo de treino aplicamos a fórmula de Karvonen (1957), tanto para o limite inferior como para o superior:

Fórmula FcT = %T (Fcmáx – Fc rep.) + Fc rep.
Definições FcT = Frequência cardíaca de treino;
%T = percentual de treino;
Fcmáx = Frequência cardíaca máxima (FCmáx = 208 – 0,7 × idade);
Fc rep. = Frequência cardíaca de repouso.
Intensidade 60% a 90% da Fc máx ou 50% a 85% do VO2máx
Exemplo Um jogador de 22 anos e com uma Frequência cardíaca em repouso de 65 bpm, A que frequência cardia de treino deve treinar?
Resolução FCmáxima = 208 – 0,7 × idade = 208 – 0,7 × 22 = 192,6 bpm
FCreserva = FCmáxima – FCrepouso = 192,6 – 65 = 127,6 bpm
FCtreino = FCreserva × % + FCrepouso = % ×127,6 + 65
FCtreino a 70% =70% × 127,6 + 65 = 0,70 × 127,6 + 65 = 154,32 bpm
Resposta Deverá treinar a 154 bpm durante 15 a 60 minutos com a frequência entre 3 a 5 vezes por semana.

O treino aeróbio ou cardio-respiratório propicia a melhoria da capacidade da circulação central no fornecimento de oxigénio, assim como o melhor aproveitamento do oxigénio pelos músculos activados durante a execução do exercício, permitido ao indivíduo o desenvolvimento da capacidade de sustentar por um período longo de tempo, uma actividade física em condições de equilíbrio fisiológico.

Como descrito atrás, este tipo de treino aumenta a exigência de oxigénio no organismo, uma vez que o VO2 pode ser modificado pelo treino até certo ponto, pois estima-se que 90% da sua variabilidade é determinada geneticamente. Mas o condicionamento aeróbio é reversível assim como qualquer tipo de treino, ou seja, os efeitos benéficos do treino não são cumulativos, mas transitórios, independentemente dos anos de treino do atleta, processando-se com certa rapidez, após uma ou duas semanas.

As respostas ao treino aeróbio dependem de vários factores como o nível de aptidão inicial, a intensidade, a frequência e a duração do treino que terão de ser analisadas no indivíduo de uma forma longitudinal. Das respostas referidas destacam-se as seguintes:

Principais alterações do treino aeróbio
No músculo • O aumento do conteúdo de mioglobinas.
• Aumento da capacidade de oxidação dos carbohidratos e gorduras
Em repouso • Aumento do volume cardíaco
• Diminuição da frequência cardíaca
• Aumento do débito sistólico
• Aumento do volume sanguíneo e da quantidade hemoglobina total
• Hipertrofia dos músculos
No sistema de transporte de oxigénio • Discreta ou nenhuma alteração no consumo de oxigénio evidenciada pelo aumento da eficiência mecânica do praticante.
• Menor retenção de ácido láctico (ie. menor dor muscular pós o exercício)
• Diminuição ou nenhuma alteração do débito cardíaco ou rendimento cardíaco.
• Aumento do volume de ejecção sistólica ou débito sistólico pelo aumento da cavidade ventricular. Quanto maior o volume de sangue que chega a cavidade maior será a injecção sistólica.
• Diminuição da frequência cardíaca (um coração com batimento lento é mais eficiente, precisando de menos oxigénio para manter um nível satisfatório de débito cardíaco).
Na capacidade máxima de trabalho • Aumento da capacidade máxima de absorção de oxigénio – VO2 máx.
• Aumento da acumulação de ácido láctico
• Aumento do débito sistólico
• Diminuição ou nenhuma alteração da frequência cardíaca máxima.
No sistema respiratório • Aumento da ventilação pulmonar
• Aumento da eficiência respiratória
• Aumento dos volumes pulmonares
Outras alterações • Diminuição da gordura corporal, preservando o tecido magro do corpo.
• Redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos.
• Redução da pressão arterial em repouso e durante o exercício.
• Melhoria da acomodação ao calor, permitindo-se a prática de exercício de maneira mais confortável em ambientes mais quentes.
Resumindo:
O treino aeróbio deve ser feito de 3 a 5 vezes por semana, em dias alternados para uma melhor recuperação do organismo. A duração da actividade deve ser no mínimo de 20 minutos podendo ou não ultrapassar o período de uma hora (conforme o condicionamento físico do executante). A intensidade deve ser na faixa de 50% a 85% do VO2 máx. ou podemos relacionar com a Fc max. de 60% a 90%, mesmo não sendo tão fidedigna quanto a faixa do VO2 máx., mas que traz uma maior praticabilidade no planeamento e controle do treino.

A eficácia da prescrição e da orientação das rotinas de exercícios físicos depende, em grande parte, da combinação adequada desses componentes, em que o domínio das informações relacionadas à produção de energia para o trabalho muscular é fundamental.

Aplicabilidade do treino aeróbio no Golfe

O desenvolvimento das funções pelo treino aeróbio não influencia a execução específica do swing. No entanto tem um efeito benéfico na performance, a nível da concentração e da coordenação motora.

No swing, a sua execução e a manutenção da postura correcta comporta custos energéticos ao organismo, que se vão acentuando ao longo de um percurso de golfe. A eficiência do movimento no final de um jogo está totalmente dependente do aparelho cardio-respiratório.

Quanto maior for a eficiência deste aparelho, melhor será a capacidade do organismo gerar a energia necessária à execução do swing, manutenção da postura, controlo motor de todos os grupos musculares envolvidos no movimento e a capacidade de concentração.

Como em todos os desportos, o golfe necessita de um treino de grande especificidade, é altamente técnico e é compreensível que os jogadores queiram gastar a maior parte do tempo possível a corrigir a técnica e a melhorar a estratégia de jogo. No entanto, sem uma condição física adequada terá dois factores contra: o cansaço e o aparecimento de dor e de lesões.

É habitual ver os jogadores amadores diminuírem o seu rendimento nos últimos 4-5 buracos, devido ao cansaço que se deve a uma debilidade da capacidade aeróbia.

Infelizmente, o ritmo relativamente lento de uma volta de golfe não poderá fornecer uma actividade aeróbia suficiente, fazendo com que seja necessário exercício específico. A condição física aeróbia pode ser atingida através de uma variedade de exercícios, tais como jogging, bicicleta, passadeira, elíptica, remo, etc.

Principais Benefícios do treino aeróbio para o golfe
1- Diminui a fadiga muscular, acelera a recuperação e evita a alteração da coordenação
2- Diminui os factores de risco coronário
3- Favorece o controlo de peso (melhorando a eficiência na utilização de gorduras e gasto calórico)
4- Melhora a concentração ao diminuir/retardar o cansaço
5- Aumenta a confiança

Nutrição adequada a praticantes de golfe

Muitos golfistas não estão bem informados quanto às características e especificidades da modalidade. Como muitos deles são amadores e apenas praticam golfe ao fim-de-semana ou nos feriados, não têm conhecimento nem sobre os cuidados a ter nem sobre a alimentação adequada à prática da modalidade.

Se para si o golfe for apenas uma “actividade de fim-de-semana”, a parte da nutrição se calhar não afectará muito o seu jogo. Pelo contrário, se está em competição e as vitórias realmente são importantes para si, a componente da nutrição é indispensável ao seu conhecimento. Muitos golfistas desconhecem que a hidratação é super importante para a saúde do atleta.

Um jogo de golfe pode durar até 5 horas, daí a necessidade de beber água regularmente. No entanto, a partir das 3 horas de competição, o consumo apenas de água passa a não ser suficiente para uma hidratação eficaz. Há atletas que consomem álcool e cafeína durante os torneios, mas isso também não é aconselhado uma vez que estes produtos são potentes diuréticos (estimulam a excreção urinária), acabando por contribuir para a desidratação.

As necessidades nutricionais de praticantes de golfe

Em Junho de 2008, um investigador da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Vigo, em Espanha, e um investigador da Universidade Lusófona do Porto, em Portugal, publicaram um trabalho que avaliava os hábitos alimentares dos jogadores seniores de golfe [*1].

Os investigadores caracterizaram os hábitos alimentares de 160 jogadores, de idade média de 58 anos, em 45 campos de golfe. Os jogadores foram avaliados momentos antes da competição e foram determinadas variáveis como o peso, a estatura e a envergadura. Foram também aplicados cardiofrequênciometros durante a volta.

Algumas das coisas que concluíram:

- Os glícidos são um nutriente primordial para os jogadores, devendo estar presente em quantidades significativas na sua dieta alimentar (5-12g/kg/d).

- A nível proteico, os jogadores não necessitam de aumentar o seu consumo nos dias de competição, uma vez que os seus hábitos alimentares já superam as recomendações (1,2 a 1,4/7 g/kg/d).

- Relativamente aos lípidos, devem apresentar uma contribuição de cerca 20 a 25% da energia ingerida. - A alimentação no dia da competição deve apresentar especificidades nutricionais, nomeadamente a nível de glícidos e fluidos visando beneficiar o desempenho e a recuperação dos jogadores.

- A ingestão nutricional durante o exercício físico promove a melhoria da performance uma vez que reduz o stress dos sistemas cardiovascular, muscular e nervoso.

- A superfície corporal e a actividade física de um indivíduo determinam as suas necessidades calóricas reais. A massa magra corporal, a taxa metabólica em repouso e a actividade física diminuem com o aumento da idade, pelo que os jogadores seniores deverão reduzir a ingestão calórica, para compensar estas alterações, tendo em atenção que as necessidades dos nutrientes essenciais não diminuem com a idade.

Os investigadores também notaram que a maioria dos jogadores analisados ingeria as quantidades necessárias de vitaminas e minerais, para assegurar as exigências energéticas, através de uma alimentação equilibrada, não precisando de recorrer muito à suplementação. Talvez isto se deva ao facto de os atletas analisados terem todos mais de 50 anos, não estando, à partida, tão expostos ao stress e à azáfama do quotidiano, o que permite controlarem melhor a sua alimentação.

Recordando:

- Hidratos de Carbono (glícidos)

- Proteína

- Lípidos

- Minerais

- Vitaminas

- Água

REFERÊNCIAS OU NOTAS: [*1] – Ferreira de Brito, A.P., & Pereira, R.G., Golfe: os hábitos alimentares dos jogadores seniores, Motricidade Vol.4 – Nº2, Junho 2008

sábado, 6 de novembro de 2010

Dicas de putter

Nós todos somos vítima da queda ao três-putt não há nada que adicionará a sua contagem mais rapidamente, que gira de 87 para 90, do que o três putts Acontece, mesmo com os pros ,fazer o que agora, mas aqui vai uma maneira de impedir. Há muitos fatores envolvidos ao embocar a bola. A velocidade da linha, estimando a caída, a aceleração principal do putter e a retardação, e mesmo o sentido em que a grama está crescendo. Estas são três fatores que ocorrem na maior parte em putts da distância mais extremamente de 3 metros ‘, nós começaremos com três coisas comuns que podem conduzir a um três putt; perca da velocidade, à distância, e a linha de um putt. Estas são apenas três coisas que podem abrir a porta para o famoso três-putts a oportunidade é Inevitável, nós posicionamos a direita da bola sobre putter, deixamos-lhe o curto da maneira, ou apenas a planície do putt. A maioria dos putts não é perfeitamente retos, aclive, ou declive, ou no ângulo lateral. Uma coisa que a maioria de pros ensinam e concordam sobre é que ao praticar estes putts longos, é uma idéia visualizar um círculo de 3 pés em torno do buraco e da tentativa para permanecer somente dentro desse perímetro. A idéia aqui é colocar a bola dentro deste círculo de 3 pés do buraco dará ao jogador um segundo putt mais fácil, e reduz extremamente as possibilidades de três-putts. Gastar o tempo que põe a bola a este círculo imaginário de 30 ‘ou 40 cm’, mesmo de distâncias de 20 metros para familiarizar-se com o controle do stroke e da distância necessitado começar Praticar este método do visualizar é fácil.

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